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Garanta já a sua Metamáquina 2!

Aproveite as vantagens da impressora 3D com o melhor custo/benefício do mercado brasileiro.

Metamáquina na Superinteressante!

Publicado em 15 de março de 2013

A Metamáquina esteve presente na Super de Janeiro de 2013!!

Confiram toda reportagem nos links abaixo:

Parte 1, Parte 2, Parte 3

 

 

 
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Tradução de Firmwares para o Português do Brasil

Publicado em 27 de janeiro de 2013

Nessa semana, o time de desenvolvimento da Metamáquina iniciou um esforço de tradução dos firmwares Repetier e Marlin para o idioma português do Brasil. As strings incluem mensagens de texto enviadas via USB do firmware para a aplicação host (que servem de painel de controle para as impressoras, como o Pronterface ou o Repetier host) e também mensagens do sistema de menu para impressoras que possuam display de LCD. Nossa contribuição para o Repetier já foi incorporada ao projeto oficial, enquanto a contribuição ao Marlin ainda aguarda aceitação do nosso pull request (pedido de incorporação das melhorias).

A tradução ainda não está completa. Existem alguns termos técnicos específicos do jargão de impressão 3D que ainda não têm uma tradução consagrada em português. Gostaríamos de contar com a ajuda da comunidade brasileira de impressão 3D para melhorar essa tradução, o que inclui decidir se os termos técnicos devem permanecer em inglês, ou se é possível chegarmos a um consenso sobre traduções boas para estes termos.

Como sempre, a melhor forma de contribuir em um projeto de software livre é fazer tudo o que for possível para que as contribuições sejam incorporadas no projeto upstream (projeto original a partir do qual foram implementadas as melhorias). Para isso, é importante sempre fazer um pull request ao projeto original.

Aqui estão os links para as nossas contribuições no GitHub:

https://github.com/Metamaquina/Marlin/tree/brazilian_portuguese
https://github.com/Metamaquina/Repetier-Firmware/tree/brazilian_portuguese_translation

happy hacking,
Felipe Sanches
diretor de desenvolvimento
Metamáquina

 
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Lulzbot respeita sua liberdade

Publicado em 10 de outubro de 2012

English version here. Versão em inglês aqui.

Semana passada nós publicamos um post condenando o lançamento de um software proprietário da Makerbot junto com o seu novo modelo de impressora 3D. No post de hoje, em contraste, temos a felicidade de parabenizar a Lulzbot, empresa de impressão 3D dos EUA que acabou de ser anunciada como vendedora do primeiro dispositivo de hardware reconhecido pelo programa Hardware that Respects Your Freedom (hardware que respeita a sua liberdade) promovido pela Free Software Foundation.

A Metamáquina esteve em contato com a FSF passando pelo mesmo processo de validação durante este último mês, portanto aguardem boas notícias de nós em breve, também. Estamos felizes de ver que outras empresas no mundo também estão comprometidas com os valores do movimento do software livre e esperamos ver ainda muitas outras empresas se juntando a este movimento nos próximos meses. Se você atua no mercado de hardware aberto, por favor considere também inscrever-se no programa da FSF. É completamente uma questão de liberdade para os usuários!

 
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Lulzbot respects your freedom!

Publicado em 10 de outubro de 2012

Brazilian portuguese version here. Versão em português aqui.

Last week we blamed Makerbot for releasing proprietary software with their new 3D printer. This time we’re here to compliment Lulzbot, a 3D printer company in the US that has just been announced as the first seller of hardware recognized in the Hardware that Respects Your Freedom program promoted by the Free Software Foundation.

Metamáquina has been applying for the same program during the last month, so expect to get some good news soon from us, too. We are happy to see that other companies in the world are also committed to the values of free software movement and we hope to see much more of that public committment in the upcoming months. If you’re in the open hardware business, please consider applying for the FSF program too. It’s all about the users’ freedom!

 
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Estágio em impressão 3D

Publicado em 1 de outubro de 2012

Empresa: Metamáquina
Área: Operações
Local: São Paulo, SP (região central, próximo ao metrô)
Carga horária: 20-30 horas semanais
Aplicações para: envie um parágrafo de apresentação para contato[arroba]metamaquina.com.br com o assunto [ESTÁGIO] e seu CV anexo

Descrição

Metamáquina, a primeira empresa de hardware aberto e impressão 3D do Brasil, procura hacker, aspirante a Prof. Pardal ou fuçador para compor seu time. Não é preciso ser um mestre da impressão 3D (se bem que um conhecimento prévio de qualquer tipo de máquina já ajuda bastante), basta ter curiosidade e vontade de aprender.

Venha trabalhar na Casa da Cultura Digital, em uma histórica vila no centro de SP, em contato diário com profissionais de todas as áreas, como design e jornalismo e, especialmente, tecnologia. Sua principal função será auxiliar na operação de nossa “botfarm”, composta por impressoras 3D que imprimem peças para construir cópias de si mesmas o tempo todo. Ao longo do tempo, o candidato aprovado poderá assumir outras funções de acordo com a evolução de seu aprendizado.

Áreas de atuação

  • Operação de impressoras 3D
  • Montagem de componentes eletrônicos (solda)
  • Montagem de kits e impressoras
  • Documentação de processos

Perfil

  • Estudante de cursos técnicos (eletrônica ou similares) ou graduação (engenharias, ciência da computação) – ou não: surpreenda-nos!
  • Multitarefa: consegue trabalhar em diversas atividades ao mesmo tempo, mas mantendo o foco quando necessário
  • Orientação a detalhes e precisão
  • Agilidade e flexibilidade para um ambiente de trabalho frenético
  • Vontade de botar a mão na massa e suar a camisa

Conhecimentos necessários

  • Familiaridade com operação de máquinas e ferramentas
  • Solda de componentes eletrônicos (PTH)
  • Informática (aplicativos de escritório, e-mail, Internet)
  • Inglês para leitura de documentação técnica – fundamental!

Conhecimentos desejávais

  • Familiaridade com conceitos de hardware aberto e software livre
  • Conhecimento de GNU/Linux e outros softwares livres
  • Familiaridade com impressoras 3D de baixo custo (RepRap, Ultimaker, Makerbot)

Bônus

  • Contribuição para um projeto de software livre ou hardware aberto (envie links para seus commits)
  • Conhecimento de softwares livres de modelagem 3D (OpenSCAD, FreeCAD, Blender) e projeto eletrônico (gEDA, KiCAD)

Benefícios

  • Vale-transporte
  • Bolsa-estágio a ser negociada de acordo com a experiência

Sobre a Metamáquina

A Metamáquina é a primeira empresa brasileira dedicada à impressão 3D de baixo custo. Somos uma empresa comprometida com a disseminação do conhecimento: todas as nossas máquinas são operadas por software livre e baseadas em hardware aberto. Nosso principal objetivo é empoderar qualquer um a criar coisas que antes só eram possíveis dentro da infraestrutura de uma instituição de pesquisa ou grande empresa.

 
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Reafirmando nossos valores fundamentais

Publicado em 30 de setembro de 2012

An english version of this blogpost is available here.

Em um mercado ainda altamente viciado em ideias e práticas proprietárias, em que o “lock-in” é a regra, faz parte de nosso dia a dia esclarecer nossos parceiros, fornecedores e clientes a respeito dos valores sobre os quais construímos a nossa empresa. Informações básicas como “você não precisa usar um software específico para modelar o objeto que será impresso em nossa máquina” são frequentemente recebidas com surpresa.

Em grande parte, nosso discurso e nossa prática cotidiana acabam sendo um misto de empreendedorismo e ativismo. E este parece ser um processo virtuoso. Trabalhamos com uma tecnologia que, apesar de não ser nova, ainda é novidade pra muita gente, além de ser certamente sedutora e maximizar o alcance da nossa mensagem sobre valores éticos e o compartilhamento de conhecimento.

Por outro lado, o compromisso com o software livre e com o hardware aberto é um dos elementos que mais valoriza e dá destaque ao nosso empreendedorismo. Antes de mais nada, decidimos abrir a empresa para podermos trabalhar, em tempo integral, em projetos que estivessem de acordo com nossos valores pessoais.

Por muito tempo, inspiramo-nos no trabalho da Makerbot, empresa dos EUA pioneira no mercado de impressão 3D com hardware aberto e software livre. Tanto a Makerbot quanto a Metamáquina surgiram em contextos similares, em meio a ambientes de colaboração da comunidade Do-It-Yourself. Ambas nasceram da iniciativa de membros de hackerspaces – o NYCResistor, em Nova Iorque, e o Garoa Hacker Clube, em São Paulo, respectivamente.

Diversas vezes, citamos a interação entre os projetos da Makerbot e a da Ultimaker, entre outras empresas, como exemplo de que a abertura de um projeto pode ser economicamente viável e de que a prática da colaboração, além de ter seu valor social, também é uma forma mais inteligente de se construir tecnologias.

Entretanto, as notícias dessa semana referentes ao lançamento de um novo modelo de impressora 3D da Makerbot vieram junto com o lançamento de um software proprietário (mais precisamente, um frontend proprietário para programas livres subjacentes) e com rumores de que os esquemáticos de hardware da Replicator 2 não serão publicados livremente, como era de costume acontecer com modelos anteriores.

É com tristeza que descobrimos que a Makerbot deixou de ser um ponto de referência e inspiração para nós da Metamáquina. Estamos desapontados com estas mudanças e esperamos que a má recepção do público convença seus executivos a mudarem de ideia e reverterem a situação. De todo modo, aparentemente, a confiança depositada pela comunidade foi perdida, e isso é algo muito difícil de se reconquistar.

Sabemos que existem diversos fatores comerciais e econômicos que, invariavelmente, resultam em mudanças de estratégia ao longo do ciclo de vida de um empreendimento.  Mas não podemos nunca deixar que essas mudanças corrompam nossos valores.

E é por isso que, à luz dos acontecimentos recentes nos EUA, queremos reafirmar nosso compromisso: não iremos jamais desenvolver hardware secreto e não iremos jamais promover software que desrespeite a autonomia e liberdade do usuário. Esses preceitos guiam a paixão pelo que fazemos e, portanto, são indissociáveis da nossa missão. Não haveria qualquer sentido em fazer diferente, e preferiríamos mil vezes fechar a empresa a fechar o código.

Filipe Moura
Felipe Sanches
Rodrigo Rodrigues da Silva
fundadores – Metamáquina

 
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Restating our core values

Publicado em 30 de setembro de 2012

A brazilian portuguese version of this text is available here.

Este texto está disponível em português aqui.

In a tech market still highly tied to proprietary ideas and practices, in which lock-in is the overall rule, part of our day to day routine involves telling our partners, suppliers and clients about the values on which we’ve built our company. Even basic statements such as “you are not forced to use specific software to design the objects that will be printed on our machines” are frequently received with surprise.

To a large extent, our speech and our daily practice end up being a balanced mix of entrepreneurship and activism. And these aspects of our business seem to reinforce each other beneficially. Even though the technology we work with is not completely new, it’s still a novelty for a lot of people, and is certainly an appealing route through which people can learn about our message regarding ethical values and knowledge-sharing.

On the other hand, our commitment to free software and open hardware is one of the elements that most sets our company apart. We decided to start the company in the first place so that we could work full-time on projects that were compatible with our personal values.

For a long time, we’ve been inspired by the work of Makerbot, a pioneer US company in the home 3D printing market based on free software and open hardware. Both Makerbot and Metamáquina were started in similar contexts, with roots in collaborative laboratories of the Do-It-Yourself community. Both were born out of the initiative of hackerspace members – from NYCResistor, in New York, and from Garoa Hacker Clube, in São Paulo, Brazil, respectively.

We have often cited the interaction between the Makerbot and Ultimaker projects (among others) as an example of how making a project open can be economically viable and how collaborative practices, apart from their inherent social value, are also a more intelligent way to build technologies.

However, this week’s news regarding the launch of a new 3d printer model by Makerbot included the launch of a proprietary software application (more precisely, a proprietary GUI frontend for underlying free software components) and with rumors that the Replicator 2 hardware schematics will not be freely published, as previous models’ schematics used to be.

We’re sad to discover that we can no longer regard Makerbot as an example and inspiration as we used to. We are frustrated with these changes and we hope that public disapproval can convince Makerbot executives to change their mind and return to their previous practices. Anyway, it seems that the community’s trust has been lost, and this is usually quite difficult to recover.

We know there are many commercial and economic factors that, sooner or later, result in strategy changes during the lifecycle of a company. But we can’t ever let these changes contradict our core values.

That’s why, given the recent events in the US, we want to restate our promise: we won’t ever develop secret hardware, nor will we ever promote or endorse any software that disrespects the autonomy and freedom of its users. These precepts underlie our passion for our work and so are inseparable from our mission. It wouldn’t make any sense for us to act otherwise; indeed, we would a thousand times prefer to close our company rather than our source code.

Filipe Moura

Felipe Sanches

Rodrigo Rodrigues da Silva

founders – Metamáquina

 

A brazilian portuguese version of this text is available here.

Este texto está disponível em português aqui.

 

 
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Catalizando a inovação de garagem

Publicado em 8 de julho de 2012

Meu nome é Felipe Sanches e sou um dos sócios da Metamáquina.

Na época em que eu comecei a entrar em contato com as impressoras 3D eu escrevi um artigo no meu blog pessoal que ilustra algumas das razões pelas quais 2 anos depois decidi junto com meus colegas abrir a Metamáquina e produzir kits e impressoras para o mercado brasileiro.

Veja o blog-post aqui:
http://jucablues.blogspot.com.br/2010/04/pinball-hacking-and-personal.html

Me preocupam um pouco esses exemplos típicos de uso de impressoras 3D do tipo “quebrou um ganchinho de toalha na sua casa e você pode imprimir outro”. Acho que isso é uma certa bobagem. Claro que você pode fazer uma peça de reposição para um ganchinho quebrado, mas pra mim não é aí que está o grande valor da popularização das impressoras 3D. Eu acho que o importante mesmo é que as impressoras 3D caseiras são infra-estrutura para ampliar as possibilidades dos muitos “professores-pardais”, de muitos inventores de garagem. Essas máquinas, que antes eram acessíveis apenas em departamentos de pesquisa privados ou em laboratórios universitários agora estão chegando às mãos da população, tornando mais fácil a inovação autônoma e decentralizada. É para catalizar esses usos criativos da tecnologia que estamos colocando estas máquinas no mercado brasileiro.

Como você pode ver no blog-post mencionado acima (que foi escrito 2 anos antes do nascimento da Metamáquina) estas minhas colocações não são uma “campanha de marketing” para a minha empresa. Esta é a minha experiência de vida que passa inclusive por uma peregrinação por uns 15 hackerspaces europeus (laboratórios comunitários para amantes de tecnologia) assim como pela criação do Garoa Hacker Clube, em São Paulo, também com o intuito de viabilizar esta cultura de inovação caseira; essa cultura dos hackerspaces e laboratórios de garagem. E diga-se de passagem que os hackerspaces estão entre os lugares mais prováveis de se encontrar impressoras 3D livres hoje em dia.

Nosso comprometimento com o movimento do software livre e do hardware aberto tem tudo a ver com isso. Não queremos simplesmente oferecer um produto bacana. Queremos facilitar o acesso a equipamentos que aumentem o potencial de inovação das pessoas. E, portanto, o próprio produto precisa ter seu design aberto para que possa ser aprimorado pela sua comunidade de usuários.

happy hacking,
Felipe “Juca” Sanches
Diretor de Desenvolvimento – Metamáquina

 
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Como a Metamáquina levantou R$ 18 mil em 4 dias

Publicado em 19 de abril de 2012

fonte: Blog do Catarse

Nesta semana fizemos um post sobre como o surgimento de um financiamento colaborativo dentro da campanha de financiamento colaborativo da Metamáquina, projeto para a produção de impressoras 3D de baixo custo no Brasil, abriu um mundo de possibilidades para as futuras captações.

O metacrowdfunding, porém, foi apenas um dos aspectos do sucesso do projeto, uma vez que o grupo de cem pessoas de Porto Alegre contribuiu com R$ 2.900 dos R$ 30 mil arrecadados.

Exposição na mídia, divulgação intensa na reta final e mobilização dos apoiadores, como conta na entrevista abaixo Rodrigo da Silva, um dos responsáveis pela iniciativa, foram essenciais para levantar R$ 18 mil nos quatro últimos dias de campanha.

Catarse: Dos R$ 30 mil, R$ 18 mil foram arrecadados nos últimos quatro dias de campanha. Como isso aconteceu?

Rodrigo da Silva: Antes de mais nada, nós já imaginávamos que muita gente deixaria para contribuir na última hora. Por conta disso, nós guardamos as energias para uma divulgação mais intensa para os últimos dias. Além disso, dois fatores que contribuíram muito com a arrecadação nos últimos dias foram a menção na mídia (Folha de São Paulo, caderno Tec, dois dias antes do prazo final) e também algumas contribuições de valores mais altos que fomos negociando em paralelo e que foram confirmadas nos últimos dias.

Uma estratégia que funcionou bem foi contatar as pessoas que já haviam apoiado o projeto pedindo que elas repassassem uma mensagem para seus contatos, seja por e-mail ou por redes sociais. Algumas horas após enviar esse e-mail já percebemos um substancial aumento na quantidade de apoios.

O que vocês acharam do surgimento de um crowdfunding dentro do crowdfunding criado pelo grupo de Porto Alegre?

Achamos que isso foi uma ideia incrível, e nos espantou o fato dela ter surgido espontaneamente praticamente no último dia e ter dado certo tão rápido. Queremos ver mais metacrowdfundings rolando por aí!

Como vocês avaliam a experiência com o crowdfunding?

Para nós foi algo muito gratificante, pois conseguimos garantir a produção do primeiro lote e da documentação, sem falar na divulgação decorrente do projeto no Catarse. Além disso, acreditamos que o crowdfunding tem muito a ver com o conceito da Metamáquina e com o nosso vínculo com as comunidades de software livre e de hardware aberto, portanto esta foi a opção natural quando pensamos em como viabilizar a produção do primeiro lote de Metamáquinas 3D.

 
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A primeira Metamáquina 3D

Publicado em 27 de março de 2012

Apresentamos a primeira Metamáquina 3D. Como já fizemos com nossa primeira impressora, a Coisinha, ela foi apelidada de Gatinho de Beco, uma referência a Alley Cat, um jogo para Atari e PC desenvolvido na década de 80.

Gatinho de Beco

As Metamáquinas 3D são baseadas no projeto RepRap, que tem como objetivo desenvolver impressoras 3D de design aberto, operadas por software livre e replicáveis por si próprias. Toda a documentação do projeto está disponível aqui. Em breve publicaremos uma documentação completa, em português, com as melhorias que fizemos.

 
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